segunda-feira, 22 de julho de 2013

Eu, ela e uma garrafa de vinho tinto.

Eu gostava daquela combinação. Eu, ela, uma garrafa de vinho... Fico com tesão só de pensar nisso. E lá estávamos nós, bebendo e flertando, sem limites, sem pudor algum. Já estávamos bêbadas e eu sabia o que ela queria, ela queria trepar! Deitei sobre a cama encostada na cabeceira, pus mais um pouco de vinho nas taças enquanto esperava por ela. Ascendi um cigarro, estava ansiosa. Embora eu conhecesse bem aquele corpo, ela sempre me parecia diferente e era isso que me mantinha interessada.

Olhei para porta e lá estava ela, me devorando com os olhos, linda naquela cinta liga preta. Gostosa, maliciosamente gostosa! Se eu fosse um homem diria que aquilo me deixava de pau duro, mas como não sou um, diria que só de olhar pra ela, eu já estava molhada. Apaguei o cigarro e fui até la,ela esperava por isso. A peguei pela cintura com força, ela deu um pequeno gemido. Mordi aqueles lábios com vontade, provocando-a e quando percebi que ela já estava completamente louca, a beijei. Sabia que a mistura do gosto do cigarro com o vinho na minha boca a excitava. Coloquei-a contra a parede, meti minhas pernas entre as dela fazendo pressão enquanto me deliciava com seus seios na minha boca. Ela gemia... Virei-a de costas pra mim, fui tirando lentamente cada ganchinho da cinta, deixando-a só de calcinha. Eu gostava daquela cena,ela semi nua, gostava quando ela ficava só de calcinha pra mim. Passei as mãos pelas costas toda e depois a língua... Isso a deixava toda arrepiada e eu gostava da sensação de dar todo esse prazer.

Fomos pra cama. Eu adorava vê-la nua ali deitada, esperando, implorando por mim.  Montei nela e escorreguei minhas mãos pra dentro da sua calcinha. Era gostoso sentir o que eu podia fazer com ela, estava completamente molhada. Os gemidos aumentavam conforme eu ia aumentando a velocidade do toque. Escorreguei os dedos um pouco mais pra baixo, penetrei. Enquanto fodiamos a expressão do rosto dela era uma das coisas mais lindas que eu já tinha visto, a mordida no lábio, os olhos fixados em mim. Ela me apertava, contorcia-se deliciosamente e era como se eu orquestrasse tudo aquilo, aquela sensação de poder me excitava. Então quando eu achava que ela estava completamente entregue, dominada, ela agarrou-me com força, me jogou na cama e montou em mim. Segurava-me os braços, me deixando sem reação e rebolava... Como rebolava! Me deixava maluca quando fazia isso. Embora a sensação de poder fosse boa, era isso que eu mais gostava nas mulheres, essa inversão. Nós éramos tudo que queríamos ser, de puta gostosa à comedora.

Me despia com urgência e me olhava com fome. Sentia-me tão desejada por aquela mulher que isso me incendiava. Meu corpo ardia só dela olhar e quando me tocava sussurrando sacanagens intermináveis, eu não conseguia me segurar, gozava aquele encontro.

Eu adorava isso e o cheiro do sexo dela que ficava impregnado em tudo, nas minhas mãos, na minha boca, no meu quarto. E eu ficava olhando aquela morena nua na minha cama, linda. Sentia por ela os melhores sentimentos do mundo e os mais sujos, os mais promíscuos também. Gostava dessa sensação inquieta e impetuosa, eu, ela e uma garrafa de vinho tinto.

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